Nutrição e Fertilizantes
Bioestimulante não é fertilizante: entenda a diferença (e quando usar a linha Potence)
A confusão mais comum entre os dois produtos
É fácil tratar bioestimulante e fertilizante como sinônimos, porque os dois aparecem lado a lado no programa de nutrição da lavoura. Mas eles resolvem problemas diferentes — e entender essa diferença evita expectativa errada sobre o que cada um entrega.
O que diz a definição
Segundo a definição do Parlamento Europeu (2017), bioestimulante é o produto que melhora a eficiência no uso de nutrientes, a tolerância a estresses abióticos ou a qualidade do cultivo — sem necessariamente ser, ele mesmo, uma fonte de nutrientes. Ou seja: o bioestimulante não substitui o fertilizante, ele ajuda a planta a aproveitar melhor o que já foi ou será aplicado, e a suportar melhor situações de estresse como seca ou frio.
A linha Potence: bioestimulante com extrato de algas marinhas
A linha Potence é formulada com extrato concentrado de algas marinhas (Ascophyllum nodosum), rica em aminoácidos, vitaminas, betaínas e hormônios vegetais — citocininas, auxinas, ácido abscísico e giberelinas. Os benefícios destacados incluem melhor absorção de nutrientes, mais tolerância a estresse, melhor germinação e enraizamento, e redução da incidência de doenças, nematoides e insetos.
Quando usar cada um no seu programa de nutrição
O fertilizante continua sendo a fonte do nutriente que a planta precisa para se desenvolver e produzir. O bioestimulante, como a linha Potence, entra para melhorar a eficiência desse processo — principalmente em momentos de maior estresse da cultura, como germinação, enraizamento inicial ou períodos de estiagem. Um programa de nutrição bem planejado usa os dois de forma complementar, não como substitutos um do outro.
